Diretores do Sistema Ampec/Fampec prestigiam 15ª Artnor DIRETORES DA FAMPEC COM DIRETORES DO SEBRAE, NA ARTNOR 2010
O presidente da Federação das Associações das Micro e Pequenas Empresas de Alagoas (Fampec), Cícero Berto, prestigiou a abertura da 15ª Feira de Artesanato do Norte e Nordeste (Artnor) reúniu cerca de 500 expositores das regiões Norte e Nordeste, divididos em 150 estandes. A feira, realizada no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, em Jaraguá, que conta com um espaço de 4.727 m², onde estão montados seis salões temáticos em referência aos patrimônios culturais e naturais de Alagoas. Na ocasião, Cícero Berto esteve acompanhado do secretário da Fampec, Edvaldo Varejão, e da tesoureira da entidade, Lícia Cortez. Para Berto, a feira já faz parte do calendário de eventos. Ele destacou que a área destinada à integração da literatura, cultura e gastronomia. Para Berto, público terá a oportunidade de participar de noites de autógrafos e dialogar com escritores regionais, além de apreciar pratos da culinária nordestina e assistir a apresentações folclóricas. CICERO BERTO E EDIVALDO VAREJÃO AO LADO DO PRESIDENTE DA FECOMERCIO, WILTON MALTA; SEC. MUNICIPAL DE ABASTECIMENTO, ARNOBIO CAVALCANTE E DO DIR. DA FECOMERCIO, CANUTO CASTRO
Difundindo a cultura popular, a Feira do Artesanato do Norte e Nordeste (Artnor) 2010 mostra também a literatura que se faz em Alagoas. O evento, realizado entre os dias 14 e 25, está sendo palco para o lançamento de obras de autores alagoanos. A programação inclui apresentações artísticas de folguedos, grupos folclóricos, dança e música, além de espaços para lançamentos de livros e CD de autores e artistas alagoanos. A expectativa é que cerca de 100 mil pessoas visitem a Artnor 2010. Entre os livros que serão lançados no evento está Caminhos do Açúcar, do historiador Douglas Apratto e da museóloga Carmem Lúcia Dantas. A noite de autógrafos será no dia 19, às 19h. A obra propõe um retorno ao passado, abordando a influência dos engenhos de açúcar e das casas-grandes na formação da sociedade alagoana. Um acervo de costumes, crenças e tradições. É assim que pode ser descrita a Feira de Artesanato do Norte e Nordeste (Artnor). Criada em 1989 pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Alagoas (Sebrae/AL), a feira é referência quando o assunto é mostra de artesanato e cultura popular. A 15ª edição, em 2010, volta ao cenário alagoano experiente, mas, renovada. Atendendo às exigências de mercado, o evento surge mais regional, nordestino e alagoano. A idéia é dar visibilidade aos produtos e artesãos locais, um justo reconhecimento a riqueza cultural da região. Fampec inicia cursos de capacitação para empreendedores da capital e do interior EMPREENDEDORES POSANDO PARA FOTO APÓS A CONCLUSÃO DO CURSO
A Federação das Associações das Micro e Pequenas Empresas de Alagoas (Fampec) iniciou nesta quarta-feira (20), no auditório da Galeria Ester Vieira, no Farol, os cursos de capacitação do Programa de Fortalecimento do Sistema Associativo das Micro e Pequenas Empresas. A programação foi iniciada com a realização do curso Conhecendo Marketing e Vendas e a oficina Conhecendo a sua Potencialidade Empresarial, amplos ministrados pelos consultores André Farias e Ana Cláudia. Até o mês de março serão oferecidos para os empreendedores de Maceió e diversos municípios de Alagoas estes cursos, bem como os de Compras Governamentais, Capacitação de Liderança e Gestão de Negócios para o Empreendedor Individual para 30 turmas de empreendedores formais e informais. Também serão oferecidas as oficinas do projeto Microempresa Legal. Convém ressaltar que a Fampec vem realizado há dois anos os cursos do Programa de Fortalecimento do Sistema Associativo das Micro e Pequenas Empresas, que são uma iniciativa da Confederação Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Comicro) e têm o patrocínio do Sebrae Nacional. As inscrições estão abertas e podem ser feitas na Fampec, situada à Rua Aldeir Lima Aguiar Peixoto, 123, Farol, segundo andar ou pelo telefone 3326-2122, no horário das 8 às 12 horas. O objetivo dos cursos e oficinas é possibilitar aos participantes uma série de oportunidades de vivência e troca de experiências, obtenção de conhecimentos, princípios e técnicas simplificadas, voltadas para a aplicação imediata dos participantes. A metodologia desenvolvida nesses cursos e oficinas envolve informações teóricas, simulações e exercícios que contribuirão para o maior entendimento sobre como se comportar nas diversas áreas de atuação. Vale destacar que cada curso tem sua metodologia específica e determinada carga horária. O Programa de Fortalecimento do Sistema Associativo das Micro e Pequenas Empresas visa como isso promover a busca de competitividade e crescimento das MPE´s através da disseminação de informações e conhecimento. Fampec realiza encontro para apresentar cursos de capacitação PRESIDENTE CICERO BERTO, COM OS CONSULTORES PARCEIROS
Com a finalidade de fazer a apresentação dos cursos do Programa de Fortalecimento do Sistema Associativo das Micro e Pequenas Empresas, a Federação das Associações das Micro e Pequenas Empresas de Alagoas Fampec realizou um encontro destinado aos seus associados na última quinta-feira, 14, às 19h30, no auditório da Galeria Ester Vieira, no Farol. Na ocasião, o consultor da Amarkante, André Farias, proferiu palestra o tema Práticas de Marketing de Vendas.
CONSULTOR ANDRÉ FARIAS DA AMARKANTE PROFERINDO PALESTRA
Realizados pela Fampec, os cursos são uma iniciativa da Confederação Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Comicro) e têm o patrocínio do Sebrae Nacional. O presidente da Fampec, Cícero Berto, prestigiou o encontro disse que o objetivo dos cursos é possibilitar aos participantes uma série de oportunidades de vivência e troca de experiências, obtenção de conhecimentos, princípios e técnicas simplificadas, voltadas para a aplicação imediata dos participantes. Na oportunidade, Cícero Berto esteve acompanhado do secretário da Fampec, Edvaldo Varejão, e da tesoureira da entidade, Lícia Cortez.
Os empreendedores podem participar de cursos como Conhecendo Marketing e Vendas e de oficinas Conhecendo a sua Potencialidade Empresarial, bem como os de Compras Governamentais, Capacitação de Liderança e Gestão de Negócios para o Empreendedor Individual. Também serão oferecidas as oficinas do projeto Microempresa Legal. CICERO BERTO COMPRIMENTANDO OS PRESENTES E APRESENTANDO A AGENDA DE EVENTOS PARA 2010 Banco do Cidadão integra a diretoria da Abcred O alagoano Pedro Verdino, presidente do Conselho de Administração do Banco do Cidadão, assumiu nesta segunda-feira, 25, o cargo de diretor regional Nordeste da Associação Brasileira dos Dirigentes de Entidades Gestoras e Operadoras de Microcrédito, Crédito Popular Solidário e Entidades Similares (Abcred) para o triênio 2010 a 2012. A solenidade aconteceu às 18 horas no auditório do Sebrae Rio de Janeiro. A nova diretoria da entidade será presidida pelo representante do Banco do Povo do município de Santo André (SP), Almir da Costa Pereira. Verdino disse estar preparado para a nova missão porque conhece a realidade das entidades que atuam com microcrédito no Brasil e sabe das dificuldades. Para ele, a abcred é uma entidade de referência no país e trabalho na articulação de uma política visando o fortalecimento das Organizações Não Governamentais (Ongs) e das Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip).
Ele afirmou que a principal bandeira de luta da nova diretoria da Abcred será convencer as instituições financeiras convencionais repassem o dinheiro que está parado no Banco de Central para as mais de duzentas Ongs e Oscips que credenciadas no Programa de Microcrédito Produtivo Orientado. "Nós sabemos que há um 1 bilhão de reais parados", assinalou. Seminário - Verdino participou nesta segunda e terça-feira (25 e 26), do V Seminário de Microcrédito. O evento, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), teve como tema central "Crédito e Trabalho - Os caminhos para o desenvolvimento" e debateu assuntos diretamente ligados ao fomento dos microempreendimentos. O principal objetivo do seminário foi debater políticas de crédito para as pequenas unidades produtivas. Os participantes puderam acompanhar palestras e painéis sobre sustentabilidade nas organizações de microcrédito; público-alvo do microcrédito; estratégias e incentivos para preparar um cliente para ser um Empreendedor Individual; serviços financeiros como microsseguro e moeda social; entre outros temas. A programação ainda contemplou oficinas que ensinaram aos participantes como formalizar o seu negócio, o que são as garantias solidárias e sua força, a utilização do SICONV e educação financeira. Também foram realizadas apresentações teatrais ligadas ao tema do evento.
NOTÍCIAS GERAIS DO SEGMENTO MPE Taxa de desemprego no Brasil cai para 6,8% em dezembro A taxa de desemprego no Brasil recuou 0,6 ponto percentual em dezembro de 2009, na comparação com o mês anterior, para 6,8%. Já em relação a dezembro de 2008, a taxa se igualou (6,8%), segundo informações divulgadas hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A população ocupada teve crescimento de 1% no último mês de 2009 contra novembro e 1,4% face a igual mês do ano anterior, somando 21,8 milhões.
O número de trabalhadores com carteira assinada atingiu 9,8 milhões em dezembro de 2009, representando expansão de 1,5% na comparação com novembro e demonstrando estabilidade ante dezembro de 2008.
Já a população desocupada recuou 7,1% em dezembro, em relação ao mês anterior, para 1,6 milhão. Na variação anual, o índice ficou estável. O rendimento médio real habitual teve declínio de 0,9% e alta de 0,7%, nesta ordem, contabilizando R$ 1.344,40.
Ainda segundo o IBGE, o rendimento médio real domiciliar per capita foi de R$ 855,03 em dezembro, com decréscimo de 0,7% na comparação com novembro e expansão de 4,4% frente a dezembro de 2008. (Redação - Agência IN) Obama propõe US$ 30 bi para pequenas empresas O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, focou na geração de empregos e corte de impostos para as pequenas empresas em seu discurso sobre o Estado da União, que ocorreu na noite da quarta-feira (quinta-feira, pelo horário de Brasília). Obama propôs que os US$ 30 bilhões que os bancos pagaram de volta ao governo americano, sejam usados para dar crédito e financiar as pequenas empresas. Além disso, Obama pediu um projeto de lei para criar empregos e disse que o desemprego, que atualmente atinge 10% da força de trabalho americana, será resolvido também com a geração de empregos também na infraestrutura. "O emprego será a principal foco em 2010 e é por isso que eu peço por um projeto de lei para o emprego nesta noite", disse Obama, bastante aplaudido pelos congressistas. (Redação com agências internacionais - Agência IN) Microempresa é responsável por cerca de cinco milhões de empregos formais Segundo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, as micro e pequenas empresas foram, durante a crise financeira global, fundamentais na manutenção dos postos de trabalho e no estímulo pela procura por crédito Xeyla Oliveira Rio de Janeiro - Em entrevista concedida à Agência Sebrae de Notícias (ASN), o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, afirmou que a falta de divulgação é o principal fator que tem tornado o crédito inacessível no país. Ele também enfatizou a necessidade de baixar a taxa de juros cobrada no microcrédito, que hoje é de 4%. "É preciso acabar com essa história de que para exigir menos garantias é preciso cobrar juros altos ou vice-versa", disse. ASN – Existem hoje recursos disponíveis para o microcrédito? Carlos Lupi – O recurso gerado a partir dos 2% arrecadados do imposto compulsório sobre cheque foi criado para alimentar, incentivar e fomentar o microcrédito. Essa é a função dele. Em 2009, um bilhão desse recurso ficaram parados esperando por tomadores. ASN – A falta de crédito está sempre no topo da lista de reclamações das micro e pequenas empresas. O que acontece? Carlos Lupi – Precisamos trabalhar mais na divulgação e na qualificação do microcrédito, justamente porque grande parte dos empreendedores não sabe como e nem onde acessar. E quando consegue obter o recurso não sabe criar a boa utilização dele. ASN – Então o problema do acesso ao crédito deve-se apenas à falta de divulgação? E as exigências de garantias? Carlos Lupi – Na verdade é uma somatória de fatores. São a falta de informação, exigências de garantias, altas taxas de juros e a burocracia. Precisamos criar mecanismos para solucionar esses problemas. Mas no meu entender é, principalmente, a ausência de informação. Sem informação adequada as pessoas acabam ficando com medo dos bancos. O empresário de micro e pequena empresa tem receio de entrar no banco. Por isso, é preciso mostrar para esse público de forma clara os incentivos existentes e como funcionam. ASN – Como o Sebrae pode atuar nesse processo de divulgação e qualificação? Carlos Lupi – Fortalecendo as parcerias já existentes entre Sebrae e ministério, e fazendo uma grande campanha de divulgação e de orientação dos empreendedores no acesso aos recursos disponíveis. Acredito que temos dois grandes desafios pela frente. O primeiro é trabalhar de forma eficaz a disseminação do crédito, e para isso, o ministério irá buscar contribuições com o Sebrae, Banco do Brasil, Caixa Econômica e BNDES. O segundo desafio é tornar o dinheiro mais barato. É preciso acabar com essa história de que para exigir menos garantias é preciso cobrar juros altos ou vice-versa. ASN – Como o senhor analisa o microcrédito no Brasil? Carlos Lupi – Temos avançado, mas ainda há muito para crescer. Chegamos em 2009 com um milhão de clientes ativos em um mercado que tem potencial para atingir 15 milhões de empreendedores. Isso demonstra que não estamos atingindo nem 10% do que é necessário. Em 2008, o volume de crédito foi de R$ 1,8 bilhão. Em 2009 esse valor subiu para R$ 2,2 bilhões. Entre os números de operação, foram 1,2 milhão e 1,5 milhão, respectivamente. O destaque foi para o crescimento de números ativos, que saltou de 640 mil, em 2008, para 1.092 em 2009. A carteira de ativos cresceu de R$ 708 milhões para R$ 829 milhões, respectivamente em 2008 e 2009. Ao analisar regionalmente, o microcrédito é fortemente presente no Nordeste, com destaque para o Ceará. Os cearenses têm a cultura de se organizarem em cooperativas e associações, fatores que facilitam o acesso a esse tipo de recurso. ASN – Qual é a participação das microempresas na geração de postos de trabalho? Carlos Lupi – Seguindo os critérios traçados pela economia formal, temos que a microempresa trabalha com até cinco empregados. Se nós já atendemos mais de um milhão de clientes, basta multiplicar esse valor pela média do número de empregados. Temos ai aproximadamente cinco milhões de trabalhadores no mercado. O número é alto, mas ainda está longe do ideal. ASN – A participação das microempresas na geração de emprego teve relevância durante a crise financeira global? Carlos Lupi – As microempresas foram fundamentais nesse período. O segmento não só manteve seu empregados, como também passou a procurar crédito devido a escassez de dinheiro. Fator esse que contribuiu para o desempenho da economia interna. Empreendedor Individual: prazo para entregar declaração pode ser prorrogado A nova data prevista é 31 de março, mas ainda depende da decisão do Comitê Gestor do Simples Nacional; interessados na adesão enfrentarão menos burocracia Reunião dos representantes das juntas comerciais brasileiras
Brasília - Os empreendedores individuais devem ganhar mais tempo para entregar a declaração de rendimentos relativa a 2009. O prazo, que termina no dia 29 de janeiro pode ser prorrogado para 31 de março. Essa possibilidade foi anunciada pelo secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago. “Há um consenso entre todos. Não acredito que alguém vote contra” afirmou. A previsão de Silas é que a decisão seja oficialmente anunciada nessa quarta-feira (27). O secretário deu a informação aos representantes das Juntas Comerciais dos Estados. Ele explicou que a possibilidade de ampliar o prazo se deve ao fato de ser a primeira vez que esses empreendedores entregam o documento e eles ainda estão se adaptando à mudança. A reunião foi realizada em Brasília nessa terça-feira (26) para difusão das mudanças no processo de registro do Empreendedor Individual. Uma tela única para registro de todos os dados pela internet vai garantir o CNPJ imediato para o empreendedor individual. Substituir um processo que previa o preenchimento de 41 páginas é uma das mudanças previstas para facilitar a vida de quem está a frente do próprio negócio com uma renda de até R$ 36 mil por ano. A mudança começa a valer a partir de 8 de fevereiro, quando todos os estados passarão a fazer o registro do empreendedor individual. Atualmente, isso está sendo feito apenas em Brasília e nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Ceará. “Inscrição imediata, funcionamento em todo o País, simplificação máxima do procedimento são algumas das premissas do novo procedimento, que deixa de ser uma política de governo para ser uma política de estado. Já é tão difícil trazer esse trabalhador para a legalidade que se criarmos dificuldades ele não volta. Precisamos fazer um exercício de pragmatismo e facilitar o processo”, avaliou o secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago. Dar ao empreendedor todas as facilidades para atuar na legalidade, fornecendo informações claras, fáceis, acessíveis nortearam a construção desse novo modelo de inscrição. A proposta é facilitar ao máximo a vida dos interessados. Além de reduzir o número de campos para preenchimento, será imediata a geração no Cadastro Nacional de Pessoal Jurídica (CNPJ) e do Número de Identificação no Registro de Empresas da Junta Comercial (NIRE). Para facilitar, acabam exigências como entrega da declaração em papel e a respectiva assinatura e reserva do nome fantasia. Também foi anunciado mais investimento em tecnologia para garantir integração e rapidez. “Não podemos confundir segurança com dificuldade. A premissa legal é de que é mais barato e mais fácil ser formal. O sistema tem que funcionar de forma adequada e se não for assim, teremos problemas”, afirmou o representante do Ministério da Previdência, Manoel Lucena. “A meta é formalizar 1 milhão de empreendedores até o final do ano e isso está mantido com essas mudanças. O Sebrae desenvolve produtos específicos para este público para que ele melhore cada vez mais e está à disposição para dar todo o apoio às Juntas Comerciais. O desafio está apenas começando e apesar das peculiaridades dos municípios este é um único País”, disse a analista de Políticas Públicas do Sebrae, Helena Rego. Inscrições no Prêmio Prefeito Empreendedor ainda estão abertas em 17 estados A premiação valoriza ações municipais de incentivo ao surgimento e desenvolvimento das micro e pequenas empresas; os interessados devem se apressar, pois as inscrições terminam em todo o País até o final de fevereiro Dilma Tavares Brasília - Prefeitos dos municípios de 17 Estados ainda têm chance de participar do Prêmio Prefeito Empreendedor, promovido pelo Sebrae para valorizar e disseminar ações de incentivo ao surgimento e desenvolvimento das micro e pequenas empresas: Acre, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Sergipe e Tocantins. O prazo para inscrições variam a cada Estado e os interessados precisam se apressar porque até o final de fevereiro elas estarão encerradas em todo o País. Ainda neste mês de janeiro elas terminam em Rondônia, dia 30; no Mato Grosso e no Tocantins dia 31. Em fevereiro as inscrições terminam dia 2 em Pernambuco, dia 5 na Paraíba e no Rio Grande do Sul. No dia 10 encerram no Rio Grande do Norte; dia 12 no Espírito Santo, no Maranhão e no Pará; dia 13 no Acre; dia 15 no Ceará, em Goiás e no Piauí; dia 20 no Paraná, dia 26 em Sergipe e dia 28 no Amapá. As inscrições são feitas via Internet no endereço http://www.prefeitoempreendedor.sebrae.com.br . Ao abrir a tela o interessado deve clicar no ícone prefeitura passando para uma próxima tela onde clicará no ícone primeiro acesso. Em seguida surge outra tela onde ele preencherá o campo relativo ao número da inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e, depois, em OK. Esse procedimento dará acesso ao formulário de inscrição que deverá ser preenchido com informações sobre o projeto e enviado eletronicamente. O formulário de inscrição também deverá ser impresso, assinado e encaminhado para o Sebrae no Estado. Junto com ele também devem ser entregues pelo menos duas declarações de entidades ou instituições que atestem a veracidade das ações constantes dos projetos apresentados pela prefeitura. “Os prefeitos também podem incluir no material informações ilustrativas que contribuam no julgamento dos projetos como fotos, vídeos e folhetos”, lembra a coordenadora nacional do prêmio, Denise Donati. As inscrições estão encerradas nos Estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina e São Paulo. O prêmio também é aberto para administradores das regiões administrativas do Distrito Federal, mas o DF não abriu inscrições. Maior participação dos bancos comerciais públicos no mercado é positiva, diz diretor do Sebrae A expectativa de maior crescimento econômico acirra a concorrência entre os bancos comerciais em favor da redução dos custos das operações e da ampliação da base de clientes Clara Favilla Brasília - A crescente participação dos bancos comerciais públicos na configuração do sistema financeiro nacional, verificada com maior ênfase em 2009, é positiva. Vai aumentar a concorrência entre as grandes instituições de varejo, em favor da redução dos custos dos serviços prestados e da ampliação da base de clientes. A avaliação é do diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos. “É preciso separar o que é a atuação de bancos de investimentos, de fomento, como o BNDES e agências estaduais, da atuação dos bancos comerciais controlados pela União”, ressalta. Para se ter uma idéia, a Caixa Econômica Federal, que tinha uma participação de 6,5% no mercado de crédito em 2008, passou para 8,9% em 2009 e pretende chegar a 10% este ano. O Banco do Brasil saltou de um padrão entre 16% e 17% nos últimos anos para 20,4% em 2009.. O BNDES registrou grande expansão no ano passado, em função da crise que secou os recursos para grandes e médias empresas. Foi uma expansão conjuntural que tende a se estabilizar no novo patamar de atuação do banco. Enquanto isso, a expansão dos bancos públicos de varejo deve continuar, projeções indicam um aumento da oferta de crédito no segmento de até 30% em 2010. . Primeiro, porque podem captar recursos no mercado. Segundo, porque são atores importantes para implementação de políticas públicas focadas, por exemplo, no fortalecimento da agricultura familiar, das micro e pequenas empresas e de formalização da economia, via figura do Empreendedor Individual. Para o diretor do Sebrae, Carlos Alberto, o Brasil está no embalo de recomposição da constelação do sistema financeiro. Bancos públicos estão em contínua capacitação, o que facilitará a absorção de um grande contingente de novos assalariados, trabalhadores por conta própria registrados como empreendedores individuais e pequenos negócios. Movimento que também se verifica nos grandes bancos privados. “A perspectiva é de crescimento da economia com inclusão financeira. Ninguém quer perder este bonde.O momento é muito favorável. A captação no mercado, a abertura de novos nichos de atuação, inclusive no exterior, resultará sem dúvida, em maior eficiência do sistema bancário brasileiro”, afirmou. |